
"Meu nome é Júlia Campi, tenho 31 anos, e trabalho com gestão financeira. Em julho de 2010, estava deitada na cama, de um jeito um pouco torto, sem roupas, e coloquei a mão em meu seio esquerdo.
Senti um nódulo estranho, duro. Na mesma hora, liguei para meu ginecologista – Dr. Djalma Bambirra - e fui fazer um exame no dia seguinte. Ele foi muito cuidadoso, e me pediu uma mamografia e um ultrassom, que fui fazer mais que depressa. Devo dizer que, durante a mamografia, vi a imagem do meu seio na tela do computador e senti que não era algo bom.
Com os resultados, fui encaminhada para uma mastologista – Dra. Maria Nilce - que me solicitou uma biópsia. Fiz a biópsia, que teria resultado em uma semana. Marquei então uma viagem, pra me preparar para receber a notícia, que estava agendada para uma segunda-feira. No entanto, minha médica me ligou na quarta, me perguntando se eu poderia ir a seu consultório no dia seguinte. Neste momento, minha desconfiança, que vinha desde o momento da mamografia, se tornou uma certeza.
Fui ao consultório com minha irmã e minha médica me deu a notícia de uma maneira leve, sem dramas, com cuidado e objetividade. Me explicou o que faríamos, me pediu vários exames (lá se foi a viagem para a praia!), que fui fazer em seguida, acompanhada da minha irmã e do meu cunhado.
Após os exames para a cirurgia, fui viajar para perto mesmo de BH, para “digerir” a notícia e me preparar para o que viria em seguida.
A cirurgia foi feita no dia 18 de agosto, e consistiu na retirada do tumor e de uma área em torno dele, com a reconstrução da área retirada já feita na mesma cirurgia. Além disso, como estava com metástase no linfonodo sentinela (na axila), fiz também o esvaziamento axilar (retirada dos gânglios da axila). Depois da cirurgia, o tratamento consiste em quatro sessões de quimioterapia, de 21 em 21 dias (três meses de tratamento), depois mais 12 sessões semanais (mais três meses) e para encerrar, um mês e meio de radioterapia. Estou, no momento, indo para a oitava sessão da quimioterapia semanal."
Senti um nódulo estranho, duro. Na mesma hora, liguei para meu ginecologista – Dr. Djalma Bambirra - e fui fazer um exame no dia seguinte. Ele foi muito cuidadoso, e me pediu uma mamografia e um ultrassom, que fui fazer mais que depressa. Devo dizer que, durante a mamografia, vi a imagem do meu seio na tela do computador e senti que não era algo bom.
Com os resultados, fui encaminhada para uma mastologista – Dra. Maria Nilce - que me solicitou uma biópsia. Fiz a biópsia, que teria resultado em uma semana. Marquei então uma viagem, pra me preparar para receber a notícia, que estava agendada para uma segunda-feira. No entanto, minha médica me ligou na quarta, me perguntando se eu poderia ir a seu consultório no dia seguinte. Neste momento, minha desconfiança, que vinha desde o momento da mamografia, se tornou uma certeza.
Fui ao consultório com minha irmã e minha médica me deu a notícia de uma maneira leve, sem dramas, com cuidado e objetividade. Me explicou o que faríamos, me pediu vários exames (lá se foi a viagem para a praia!), que fui fazer em seguida, acompanhada da minha irmã e do meu cunhado.
Após os exames para a cirurgia, fui viajar para perto mesmo de BH, para “digerir” a notícia e me preparar para o que viria em seguida.
A cirurgia foi feita no dia 18 de agosto, e consistiu na retirada do tumor e de uma área em torno dele, com a reconstrução da área retirada já feita na mesma cirurgia. Além disso, como estava com metástase no linfonodo sentinela (na axila), fiz também o esvaziamento axilar (retirada dos gânglios da axila). Depois da cirurgia, o tratamento consiste em quatro sessões de quimioterapia, de 21 em 21 dias (três meses de tratamento), depois mais 12 sessões semanais (mais três meses) e para encerrar, um mês e meio de radioterapia. Estou, no momento, indo para a oitava sessão da quimioterapia semanal."
Não percam a entrevista completa com Julia Campi, uma mulher de mente neutra, no dia 01/02.
Nenhum comentário:
Postar um comentário